Com muita tristeza, Porto Velho recebeu a notícia da morte do jornalista e colunista social Zuza Carneiro, ocorrida na sexta-feira (14). Amigos, familiares e admiradores lamentaram a perda do profissional, que marcou história na imprensa e na cultura do estado de Rondônia.
Entre os amigos mais próximos de Zuza Carneiro, destaca-se o também colunista social Tergon, que concedeu uma entrevista exclusiva para a coluna Higor Garcia, compartilhando lindos momentos que viveu com o amigo. Tergon destacou a personalidade alegre e acolhedora de Zuza Carneiro, que sempre foi muito querido pelos colegas de profissão e pelo público em geral.
Ele ressaltou a importância do trabalho de Zuza na promoção da cultura e dos eventos sociais em Rondônia, lembrando com carinho dos momentos de parceria e amizade que compartilharam ao longo dos anos.
Para Tergon, a morte de Zuza Carneiro representa uma grande perda não só para a imprensa e a cultura rondoniense, mas também para todos aqueles que tiveram o prazer de conhecê-lo e conviver com ele.
Ele lamentou não poder mais contar com a presença do amigo em eventos sociais e profissionais, mas afirmou que a lembrança de Zuza sempre estará presente em seu coração. Zuza Carneiro começou sua carreira no extinto jornal O Estadão do Norte e se destacou como um dos principais colunistas sociais de Rondônia.
Ele promoveu diversos eventos no estado, como o Prêmio Mulher Notável e o troféu Boto de Ouro, e deixou um legado importante para a cultura e a sociedade local. O festejado colunista também era conhecido por sua elegância e simpatia, tendo sempre recebido muito carinho do público em seus eventos e coberturas jornalísticas.
Ele foi casado com Berta Zuleika, que faleceu no ano passado e era sua parceira na realização de inúmeros eventos sociais, como desfiles de moda e a tradicional feijoada carnavalesca.
A partida deixa uma grande saudade e um vazio no cenário cultural e social de Rondônia. Resta agora homenagear a memória de Zuza Carneiro e reconhecer o seu importante legado para o jornalismo e a cultura do estado.
E, como afirmou Tergon em sua entrevista, relembrar com carinho os momentos de amizade e parceria vividos com o querido amigo.

Fonte: Coluna Higor Garcia
|Reprodução – Victor Manoel



