Nos últimos meses, divergências entre os interesses do governador e a forma como Junior conduzia a governabilidade foram se intensificando. Apesar de sua relevância no governo, a relação entre os dois chegou a um ponto de ruptura, culminando na exoneração.
Até o momento, o governo não anunciou quem será o substituto para o cargo de Secretário-Chefe da Casa Civil, um dos mais estratégicos e poderosos da administração estadual. A reestruturação promovida por Marcos Rocha sinaliza mudanças significativas na gestão, mas ainda não há detalhes sobre os próximos passos.

Diário da Amazônia



