Polícia Civil de RO investiga desvio de dinheiro público que deveria ser usado para tratamento de saúde

Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 33.100 novos casos de Covid-19 em um dia; são 775.184 no total.
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter

A Delegacia de Combate à Corrupção (Decor) da Polícia Civil de Ji-Paraná (RO) deu início na manhã desta quarta-feira (10) à fase ostensiva da Operação Fides, que investiga a denúncia de que uma pessoa teria recebido dinheiro do Estado, por meio judicial, para a realização de um tratamento de saúde, mas esse valor não teria sido utilizado para o fim determinado.

Os policiais cumpriram três mandados de busca e apreensão na residência de investigados, sendo um deles uma servidora pública da Defensoria do Estado.

Segundo informações da Polícia Civil, as investigações tiveram início a partir de uma denúncia feita pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) de que uma pessoa, assistida pela Defensoria Pública, teria recebido mais de R$ 500 mil, por meio de sequestros judiciais, para um tratamento de saúde fora do estado e que, desse valor, cerca de R$ 250 mil, destinados a uma cirurgia médica para tratamento de doença grave, foram desviados da sua finalidade.

Conforme as investigações, a suspeita teria utilizado laudos falsos para entrar com ações na Justiça, assim como recibos falsos para comprovar gastos do dinheiro público recebido, configurando prática de crimes como associação criminosa, estelionato, falsidade ideológica e corrupção passiva e ativa.

Informações levantadas também apontam para a participação de uma funcionária pública na facilitação dos processos da investigada, que teria pago a servidora pela “ajuda que prestou” e pela agilidade na tramitação do processo dentro da Defensoria.

De acordo com a polícia, servidores da Sesau informaram que a investigada conseguiu receber por via judicial mais de R$ 500 mil ao todo, e que nas últimas causas os valores teriam sido direcionados para a conta da paciente, e não para a conta das clínicas que realizariam os procedimentos.

Foram feitas apreensões de equipamento e documentos com o objetivo de verificar a existência de provas, constatar ou não o envolvimento de outras pessoas, entender como foram feitas as falsificações de documentos, assim como descobrir quem se beneficiou dos valores que deveriam ter sido destinados ao suposto tratamento de saúde.

Fonte: G1/RO

Deixe um comentário

CPU, LATERAL, ANUNCIE AQUI
LATERAL 02 – C.ALIANÇAS
No data was found
%d blogueiros gostam disto: