Adversarial Demonstration Attacks on Large Language Models
In-context learning in LMs is vulnerable to attacks, and increasing the number of demonstrations decreases the robustness of in-context learning.https://t.co/wpR9TjZDpd pic.twitter.com/y5nIQzy0u5
— ML Safety Daily (@topofmlsafety) May 30, 2023
“Especialistas em IA, jornalistas, formuladores de políticas e o público estão discutindo cada vez mais um amplo espectro de riscos importantes e urgentes da IA. Mesmo assim, pode ser difícil expressar preocupações sobre alguns dos riscos mais graves da IA avançada”, ressalta a introdução da declaração. Quem são as pessoas que assinam o documento? Entre os signatários da mensagem estão o CEO da OpenAI, Sam Altman, e o chefe da DeepMind — empresa do grupo Google —, Demis Hassabis. Os pesquisadores vencedores do Prêmio Turing, Geoffrey Hinton e Yoshua Bengio, considerados por muitos como os padrinhos da IA moderna, também assinaram o documento.
Model evaluation for extreme risks (Deepmind, OpenAI, Anthropic)
By identifying dangerous capabilities, model evaluations will be critical for informing responsible decision-making regarding model training, deployment, and security.https://t.co/tmwRmbAVQg pic.twitter.com/WY42dk2FmW
— ML Safety Daily (@topofmlsafety) May 26, 2023
Esta é a segunda declaração assustadora de grupos que atuam no setor desde a explosão do ChatGPT, em dezembro de 2022. Em março, mais de 1 mil influentes personalidades do setor, incluindo Elon Musk e Steve Wozniak, pediram uma pausa de seis meses no treinamento de IAs para a criação de normativos sobre a tecnologia. O próprio dono da empresa criadora do ChatGPT já pediu a governos do mundo inteiro que criem órgãos reguladores e legislações específicas para coibir aventureiros no segmento. Somente as companhias devidamente autorizadas e comprometidas com princípios éticos poderiam criar modelos de IA, já que todos os procedimentos seriam gerenciados por um organismo autônomo. Regulamentação de IAs não evolui Os políticos parecem não estar muito preocupados com o potencial destrutivo das IAs. Nos Estados Unidos, país que concentra a maioria das empresas do segmento, o presidente Joe Biden ainda tem dúvidas sobre os perigos. Para Biden, “as empresas de tecnologia têm a responsabilidade” de garantir que os produtos “sejam seguros antes de torná-los públicos”. O político ainda não disse se pretende acatar o pedido de representantes do setor de IA, como a OpenAI e a Microsoft, de criar um órgão regulador. Aqui no Brasil, existe um projeto de lei apresentado pelo presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, que trata do assunto. Não há, contudo, nenhuma movimentação dos parlamentares para votação da proposta. Por Alveni Lisboa – Canal tech
Fonte: Canaltech.com
Reprodução – Victor Manoel



