A AMB (Associação Médica Brasileira) e outras entidades de profissionais de saúde divulgaram nota nesta 2ª feira (9.mai.2022) pedindo para proibir a comercialização, importação e propagandas de qualquer tipo de cigarro eletrônico. O documento afirma que os DEF (Dispositivos Eletrônicos para Fumar) são uma “ameaça à saúde pública” por apresentara uma “combinação de riscos” e por “atrair pessoas que nunca fumaram, persuadidas pelos aromas agradáveis”.
A declaração diz que os cigarros eletrônicos contêm “nicotina e várias dezenas de substâncias químicas, incluindo cancerígenos comprovados para o pulmão, bexiga, esôfago e estômago”.
O grupo de médicos destacou o risco de explosões do dispositivo e intoxicação. E também criticou a manobra feita pelas empresas de tabaco do país para que o cigarro seja amplamente vendido.
O Poder360 explica nesta reportagem a diferença entre os tipos de cigarros eletrônicos que podem ser encontrados à venda no Brasil



